Álbuns para você viajar na viagem

Às vezes a gente fica meio sem ideias do que escutar quando põe o pé na estrada. Esse post  é para você que é musicholic, que, assim como eu, valoriza demais a qualidade do que vai escutar, especialmente se for um momento assim, tão especial, on the road.

 

Aqui vão alguns álbuns loucos de bom pra viagem: 

(ps.: algumas humildes contribuições para “hora do branco”)

 

  • BONOBO | BLACK SANDS (2010)

 

  • INTO THE WILD – EDDIE VEDDER

 

  • MONSIEUR PERINÉ | HECHO A MANO

 

  • PINK FLOYD | MEDDLE (1971)      (entre quase todos outros, né?! :P)

 

  • EAT A PEACH | THE ALLAMN BROTHERS (1972)

 

  • THE DEREK TRUCKS BAND | ALREADY FREE

 

  • BOMBA STEREO | AMANECER (2015)

 

  • BOB MARLEY | KAYA (1978)

 

  • FAT FREDDY’S DROP | BASED ON A TRUE STORY (2013)

 

  • SECOS & MOLHADOS | A VOLTA DOS SECOS & MOLHADOS

 

Quais outros??? Dizaê nos comments ( : Bora compartir informações 🙂

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Equador, um país surpreendente com um litoral magnífico

Um país latino-americano (maravilhoso) que ainda não foi descoberto pelos brasileiros. É com este olhar que vi o Equador, onde, incrivelmente, não encontrei NENHUM conterrâneo nos seis meses que passei por lá. “Talvez seja o custo do dólar (moeda do país)”, fico pensando. Mesmo assim, aqui não gastei mais do que quando viajei pelo Peru ou Colômbia. Além disso, o Equador tem uma vantagem tremenda sobre seus países vizinhos: tudo é perto, a gasolina é (relativamente) barata e em pouco tempo de viagem você consegue mudar totalmente o ambiente/clima de onde você está. Ou seja, em algumas horas e com poucos dólares na mão, partindo de umas das cidades principais como Quito ou Guayaquil, você pode chegar a um pedaço da Floresta Amazônica, a alguma praia, a uma região de cascata ou de bosque seco, a algum vulcão, a uma gigantesca montanha andina, etc. Afinal, estamos falando de um país que tem quase o mesmo tamanho do estado do Rio Grande do Sul, mas que é um dos mais biodiversos do mundo. Isso é demais, não é mesmo?! Imagina quanto tempo de viagem você pode economizar visitando paisagens totalmente diferentes…

Isso pode explicar o porquê, mesmo vivendo pouco tempo por aqui, tive oportunidade de conhecer cantos totalmente diferentes do Equador. Entretanto, uma das regiões que mais fiquei impressionada foi a costeira, especialmente as praias das províncias de Santa Elena e Manabí, que são lindíssimas e com atrativos de diferentes estilos em cada uma delas. Aqui vou deixar dicas dos melhores pontos visitados nessa viagem.  Ah! E já que comentei a respeito da região costeira do Equador, não posso esquecer de mencionar sobre o berço das ideias da evolução, as Ilhas de Galápagos. Realmente este é um ponto que tem que estar no seu itinerário quando visitar o Equador, mas um lugar que você tem que estar bem preparado $$$ para visitar, já que os custos de tudo no arquipélago são mais salgados do que a água do mar que o cerca!

Abaixo lhes deixo um roteiro com sugestões de lugares cheveres (bacanas), contando com um orçamento razoável de mochileiro. Tudo sobre o olhar de alguém que gosta muito da natureza e seus paraísos naturais, assim como uma boa diversão pelo caminho ( :

 

Bosque Protector Cerro Blanco (Guayaquil, Guayas)- Ecoturismo, trekking, birdwatching, camping.

Saindo de Guayaquil, já em direção ao litoral pela Via a La Costa, no km 16, está o Bosque Protector Cerro Blanco (BPCB). Administrado pela Fundacion Pro Bosque, é uma reserva ambiental particular que tem mais de 6 mil hectares de bosque seco tropical preservado. Este tipo de ambiente é muito distinto do que estamos acostumados no Brasil. Quando cheguei neste lugar pela primeira vez, no início de outubro/2017, pensei: ¨quanta árvore morta¨. Na verdade eu estava completamente errada, pois elas estão vivíssimas, somente esperando a temporada de chuvas chegar para voltar a ter folhas e não desperdiçar sua água sem necessidade. Na época de chuva (de janeiro a abril), o bosque muda completamente, ficando coberto de verde, muito verde, e animais diferentes podem ser observados. Por sinal, independentemente da época do ano em que você vá, nas trilhas do BPCB você pode encontrar mais de 250 espécies de pássaros, mamíferos e répteis diversos, muitos insetos de diferentes cores e tamanhos, além de árvores nativas da região.

Existem três caminhos que você pode seguir para conhecer o Bosque: 1) Mono Aullador: a mais recomendada para quem quer ver mais – tem 6km e custa USD 20,00; 2) Higueron: 3km, USD 15,00; 3) Buena Vista: 1,5km, USD 12,00. Todos os valores podem divididos em até 10 pessoas, com guia em espanhol. Guias em inglês cobram o dobro. Também é possível fazer um caminho auto guiado (sem contratar guias) até o Mirador.

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Uma das trilhas dentro do Bosque Protector Cerro Blanco. Ao fundo, cercado pelo bosque tropical seco, está uma espécie de árvore nativa desta região: o Ceibo. Como na época desta foto a temporada era de seca, dá a impressão de que a árvore está morta, mas na verdade não; ela deixa cair todas as suas folhas para não perder umidade e assim que a temporada de chuva volta, ela fica florida e cheia de folhas novamente. Foto por @aligallo7

Funcionamento: todos os dias (se tiver reserva), das 8h às 16h. Para fazer as trilhas ou acampar é necessário fazer reserva com antecedência de, ao menos, 24h, e nos finais de semana não é necessário reservar para fazer caminhadas, somente para acampar. Contato por Whats +593 986-225-077.

Como chegar: do terminal terrestre de Guayaquil você pode pegar ônibus da empresa Villamil ou Posorja (USD 1,50), e avisar ao motorista que vai ir no BPCB. Um taxi custa em torno de USD 15,00 do aeroporto/terminal terrestre. As linhas de transporte publico de Guayaquil #61 e #140 (USD 0,30), que saem de La Bahia (centro), também param em frente ao Bosque. Referências: antes de Porto Hondo, depois do mercado Comisariato, em frente à Escola Harvard.

 

Salinas, Santa Elena: é uma praia popular entre as pessoas de Guayas/Santa Elena por sua ótima localização e fácil acesso pelas estradas. A praia me lembrou um pouco de Copacabana no Rio de Janeiro: claro, em uma dimensão bem menor, mas com muitas famílias e grupos de amigos que passam o dia todo por ali, levando suas termos com alimentos para todo o dia, alugando tendas para cobrir-se do sol, etc.

Entardecer na Praia de Salinas, Cantón de Santa Elena. Créditos da foto: Ferdinand Soto

Ao lado esquerdo do calçadão (malecón, como chamam) da Praia de Salinas, está a Praia de Chipipe, com um mar mais tranquilo e com menos pessoas também. É por este lado que se segue para entrar na Base Militar do Equador e ter acesso à “Puntilla de Santa Elena” (ver abaixo), um ponto must go da região.

Como chegar a Salinas: Os ônibus que saem do terminal de Guayaquil deixam na cidade de Santa Elena, ao qual “el cantón” Salinas pertence. As empresas de ônibus que fazem este serviço são CLP e Liberdad Peninsular. Custa USD 4,25 e dura em torno de 2h30min. Chegando na rodoviária de Santa Elena, você pode pegar o ônibus #13 (USD 0,30), que passa em frente à Rodoviária e demora em torno de 30 – 40 min para chegar na praia Salinas. Total de gasto de viagem USD 4,55.

Recomendações:

El Museo De Las Ballenas: está disponível ao público uma coleção privada de amostras de espécies marinhas do Equador em geral, não somente baleias. Importante lembrar que a costa do Equador está na rota de migração de diversos animais marinhos, com grande biodiversidade.  Funcionamento: segunda a domingo, das 7h às 20h, com reserva antecipada. Tel.:+593 4-277-8329. Entrada: USD 2,50.

Reserva La Puntilla de Santa Elena: Aí está localizado o ponto mais extremo da costa continental da América do Sul. Esta reserva tem um papel importantíssimo na recuperação de várias populações marinhas que vêm diminuindo pela pesca e inclui também parte terrestre do bosque seco da região com 2.231 hectares marinhos e 203 hectares terrestres. Os principais atrativos da Reserva são “La Chocolatera” (esse efetivamente é o ponto mais a oeste da América do Sul) e “Loberia” (ou Punta Brava, como chamam), que estão próximos um do outro, sendo uma boa caminhada de 30 minutos que se pode fazer pela beira da praia, ou pelo estrado que foi construído bem próximo à praia.

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Reserva La Puntilla de Santa Elena, um encanto da vida selvagem no meio da “Babilônia”

É um encanto da vida selvagem: aí você pode observar mais de 50 espécies de aves marinhas, baleias Jorobadas (entre junho – setembro) e lobos marinhos.  Também é um ponto bacana para sair do movimento das praias de Chipipe e Salinas e aproveitar uma praia sossegada – sem entrar no mar, que é bravíssimo! A entrada para esta Reserva é feita pela Base Militar, localizada na Praia de Chipipe. Não se cobra entrada e fica aberta todos os dias.

 

Caminho que conecta dois pontos de visita na Puntilla de Santa Elena. Este lugar é um encanto da vida selvagem: aí você pode observar mais de 50 espécies de aves marinhas, baleias Jorobadas (entre junho – setembro), e os lobos marinhos. Créditos da foto: Ferdinand Soto.

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Farol que marca o ponto mais extremo da costa continental da América do Sul, en La Loberia – Puntilla de Santa Elena. Foto por @aligallo7

Hostel Yulee: essa é uma dica para ficar hospedado bem no meio do “fervo” entre as praias de Salinas e Chipipe, perto de tudo que você vai precisar, mesmo estando num ambiente super tranquilo. O quarto que fiquei hospedada foi barato comparado às hospedagens vizinhas, custou USD 10,00 por pessoa, com banheiro compartilhado. Existem outras opções com banheiro privado e ar condicionado, cabe consultar qual seria a melhor para o seu caso. Tel.: +593 04-2772028.

Bar Gringo Marks Sport Bar & Restaurant: se você cansar de só escutar reggaetone por todos os cantos que passar, por favor, visite o bar do Gringo Marks. Esta é uma excelente opção para poder escutar outro tipo de música e tomar uma cerveja de frente para o calçadão/mar vendo todo o movimento. À noite o local oferta shows de bandas com tipos variados de música, mas o rock é protagonista. Não cobra couvert na maioria das bandas. Cerveja com preço honesto. Localizaçao aqui.

Jimmy´s Food: tem um amplo cardápio com comidas peruanas e também as clássicas servidas no Equador. Achei a comida saborosa todas as vezes em que comi neste lugar e o preço é relativamente barato em comparação aos outros restaurantes desta parte da cidade. Dica: para conseguir o clássico ceviche peruano tem que chegar cedo, principalmente aos domingos, já que o lugar lota! O menu do almoço é servido até às 4h da tarde e tem valor de $ 3.00. Localização aqui.

 

Já de Santa Elena (S.E.) para a Província de Manabí está a Rota Spondylus ou Rota do Solum conjunto de várias prainhas seguidas umas das outras, conectadas pela mesma estrada. Um verdadeiro paraíso!

O estado de Manabí é muito conhecido por suas praias lindíssimas e também pela sua fabulosa gastronomia. E de fato, eu confirmo… é tudo verdade! Foram as praias mais bonitas que passei e, infelizmente, pela quantidade de pequenas praias pela rota, não pude conhecer todas. Tem opção para todos: para quem quer fazer festa, quem quer sossego, quem quer mar, quem quer cachoeira, para surfar, para mergulhar, etc. Vale muito a pena a visita e é legal explorar de acordo com o que você mais gosta. Além disso, tenho que dizer que é fácil de conseguir carona e pegar transporte público, já que tem somente uma estrada que conecta todas as praias ( :

Sobre a comida: sou vegetariana (com excessão de peixe durante viagens), então acabei não experimentado todos os pratos. No entanto, fiquei muito contente com o que provei e aqui estão os mais recomendados: pasta de maní (pasta de amendoim, muito parecida com peanut butter mas melhor, acredite!), tortilla de maiz e de yuca (tortilha de milho e de aipim), caña manabita (cachaça manibita, muito parecida com a nossa brasileira, também feita da cana de açúcar – se pode fazer caipirinhas também!), encebollado (caldo de peixe), bollos (sério, este não pode faltar, é uma extraordinária mistura de peixe, pasta de maní, e plátano – banana de cozir – servido com arroz e muita pimenta a parte).

Algumas sugestões de pontos para visitar nesta rota:

Manglaralto, S.E.: praia boa para passar o dia. O mar é um pouco brabo, mas tem pouco turista no lugar e concentra barzinhos com comida caseira muito boa bem na beira da praia.

Montañita, S.E.: lugar definitivamente para festas. Tem muitos estrangeiros misturados com equatorianos buscando diversão até o amanhecer. Em tempo de feriado fica difícil até de pegar ônibus para chegar em Montañita, encontrar pousada, etc., de tanta gente que vai para lá.  Também é uma praia boa para o surf.

Olón, S.E.: é uma praia-cidadezinha tranquila. Comida boa na beira da praia com preço honesto e dizem que o mar é o ideal para quem quer aprender a surfar. Para pessoas que gostam de ficar “de molho” sem se preocupar com o repuxo, esse é O lugar! Olón também ficou conhecida por ter uma área com cascatas na parte de trás, em direção às montanhas.

Olon - creditos Ferdinand Soto

Olón e o seu magnifico por do sol no Oceano Pacífico – sinônimo de PAZ. Créditos: Ferdinand Soto

Rinconada, S.E.: totalmente para quem gosta de surfar. Tem uma temporada em especial que o mar sobe e fica propício para esta prática. Quase não tem turistas fora os surfistas, já que não tem como entrar no mar.

Ayampe, Manabí: essa foi a minha praia do ❤   e vou ser suspeita para falar dela aqui… É uma praia-comunidade pequenita que é rodeada por montanhas e mar, sendo uma das poucas que ainda mantém um estilo “roots”. Para quem já foi para a Praia do Rosa, SC, tente imaginar como era lá nos anos 70, 80. É mais ou menos assim.

Há uns anos atrás muitos estrangeiros estavam investindo neste lugar e agora são donos de muitas pousadas e restaurantes. Dessa forma Ayampe não é uma praia barata, mas com certeza uma das que mais vale a pena visitar por sua conservação e tranquilidade (se é isso que você procura). A praia ainda é muito selvagem, cheia de estrelas do mar, pedras que vem Rio Ayampe e tem até época de desovas de tartarugas.

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Ayampe é uma das praias que ainda mantém sua forma mais selvagem, cercada pelo mar e montanhas que ainda estão preservadas. Nesta foto pode-se ver o hermoso por sol no Pacífico e o encontro do Rio Ayampe com o Oceano. Foto por @aligallo7

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No entardecer do Oceano Pacífico: um espetáculo da natureza – Créditos da foto: Derek How

Se você gosta de fazer hiking ou birdwatching, atrás da estrada principal fica um lugar muito lindo para ir caminhar. Dentro da Reserva de Ayampe, que possui 14 hectares protegidos, se pega parte do caminho del colibri (em inglês Colibri Nature Trail), que segue por uma estradinha cercada de natureza pura até a entrada do Projeto Jocotoco. Neste ponto você pode seguir caminho fazendo toda a volta no circuito do caminho del colibri (vá equipado!, é longo), ou só caminhar um pouco mais a frente para chegar até o Rio Ayampe e tomar um banho de rio de água morna e cristalina… Maravilhoso!

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Fazer hiking pelo Caminho Del Colibri é uma oportunidade de aproveitar mais de perto a natureza intocada das montanhas atrás da Praia de Ayampe. Foto por @aligallo7

Hospedagem: seja muito bem recebido e fique num lugar com energia boa na Las cabañas de la Iguana. Tem lugar para acampar, cabanas para compartir ou individuais, e uma cozinha compartilhada que fica em frente a um espaço bem aconchegante para descansar e usar as redes. Reservas: +593 980-163-825 com Cris, ou booking.com.

Puerto Lopéz, Manabí: essa praia já é bem como uma cidade mesmo, maior e com mais infraestrutura. Tem diversas atrações turísticas e opções para famílias e aventureiros, sendo um ponto de saída para os principais tours. A atividade mais clássica para se fazer em Puerto Lopez é a observação de baleias, entre março e outubro. Às vezes, já incluso no tour das baleias (USD 20,00), pode-se fazer snorkeling, ou então contratar um tour especial de mergulho a parte para ir em Ilhas como a Isla de La Plata e a de Salango, que tem alta visibilidade e fazem parte da área de preservação do Parque Nacional Machalilla.

Por sinal, o Parque Nacional Machalilla é uma das maiores e primeiras áreas protegidas na costa do Equador, compreendendo 60 mil hectares entre via terrestre e marinha. A entrada principal está localizada a 40 km de Puerto López (cerca de 30 min de ônibus com a empresa Manglaralto), e neste setor do Parque se pode caminhar para conhecer parte do Bosque Tropical Seco e atravessar praias selvagens lindíssimas como La Tortuguita e La Playita (não banháveis pelo mar brabo) até chegar a praia Los Frailes, que ainda mantém todos os seus aspectos naturais intactos.

Puerto Lopez, machalilla

A trilha para a Praia dos Frailes, dentro do Parque Nacional Machalilla, dura mais ou menos 1h e meia e leva à praias intocadas pelo caminho. Lindíssimas!

 

 

 

Perto da entrada principal do Machalilla está outro ponto super bacana para visitar e que também faz parte desta área protegida: a Comunidade de Águas Blancas. É considerada um sítio arqueológico importante e os moradores dali se sentem muito orgulhosos por sua herança cultural. Se pode tomar banho em umas poças de água sulfurosas que têm propriedades relaxantes. Entrada USD 5,00 com direito a entrada no Museu Arqueológico e banho nas poças, mais guia local. Contato: Gonçalo (guia comunitário), tel.: +593 991-199-219.

Na cidade de Puerto López existem outros dois pontos legais para conhecer: a Baleia Fritz e o Centro de Recuperação de Animais Silvestres.

Frente a Hosteria Mandala, no calçadão de Puerto Lopez (direção norte) está a ossada reconstruída de uma baleia que foi encontrada morta em uma praia vizinha, nomeada FRITZ. Com apoio de várias ONGs e moradores locais, os ossos da baleia foram levados para a cidade para trazer um pouco de consciência ambiental às pessoas, já que a causa da sua morte foi um câncer ocasionado pela enorme quantidade de sacos plásticos em sua barriga. Nesta mesma direção, caminhando até o final da praia, fica o Centro de Recuperação de Animais Silvestres administrado pelo Parque Nacional Machalilla (Ministério del Medio Ambiente Ecuador). Aí se pode ver de pertinho várias tartarugas e animais marinhos aleatórios que estão em recuperação, assim como diversas espécies de aves, em especial a famosa espécie Piqueros de Patas Azules (Sula nebouxii), que foi muito estudada por Darwin em sua época.

puerto lopez, baleia fritz

No calçadão de Puerto López está a ossada da Baleia Fritz, que acabou servindo como um ponto de conscientização ecológica, já que as causas da sua morte foram identificadas como câncer devido ao grande número de sacolas plásticas que foram encontradas em sua barriga. Foto por @aligallo7

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Esta foto tirei no Centro de Recuperação de Animais Silvestres. Estas aves queridinhas são conhecidas como Piquero de Patas Azules, muito estudadas por Charles Darwin em sua visita à Galápagos devido à sua singularidade. Eles realmente tem patas azuis! Foto por @aligallo7

Para experimentar a culinária local existe um lugar genial – o Mercado de Peixes. É como um mercado público, bem na beira da praia, com os peixes bem frescos, vindo diretamente da mão dos pescadores. Se você estiver aí bem cedo tem a chance de ver toda a movimentação dos pescadores chegando e as aves enlouquecidas atrás dos barquinhos buscando comida. É super interessante! Durante todo o dia se serve refeições com preço honesto (entre USD 3,00 e 5,00), e a que eu mais gostei (mais única deste lugar) é a sopa de pescado que é servida somente no café da manhã.

 

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Vista de Puerto López, um dos pontos centrais dos turistas nesta região do litoral.

puerto lopez

No canto de Puerto López conseguimos montar acampamento bem na beira da praia. Muito bom! Foto por @aligallo7Aline Gallo

 

Praia Canoa, Manabí: um pouco mais ao norte, fica esta praia-comunidade bem aconchegante e com o mar maravilhoso. É uma cidadezinha muito parecida com Ólon: não tem um estilo tão selvagem quanto Ayampe, mas mantém sua natureza aos arredores. Quando eu e meu companheiro estivemos lá não encontramos muitas atividades além de tomar muito banho de mar com a água morna que toda a costa do Equador tem.

Canoa, cervejaria beerkingo - creditos ferdinand soto

Super recompensa de uma caminhada nas montanhas: Cervejaria Beerkingo, na comunidade Rio-Canoa, bem perto da Praia de Canoa. Um paraíso perdido com cerveja artesanal de boa qualidade direto da fonte. Imperdível! Esta cervejaria ainda tem um lugar super bom para deitar nas redes, descansar e curtir a natureza ao arredor. Créditos da foto: Ferdinand Soto

No entanto, foi neste lugar que tivemos a grande sorte de alguém nos dizer um dia que havia uma cervejaria numa comunidade bem perto dali, chamada Rio-Canoa. Aí fomos caminhando por uma estrada de terra por 6 km – um caminho muito agradável na verdade – até chegar a um paraíso perdido entre as montanhas com cerveja artesanal de vários tipos por apenas USD 2.00 cada copo. Isso é um milagre no Equador, cerveja artesanal barata! A marca da cerveja é Beerkingo, e são bem boas, num estilo mais leve blond, passando por Reds e Pale Ales, até uma IPA amargota.

Um camping excelente é o Tratomonto, que fica na parte mais calma da cidade, tel.: +593 984-09520. Na direção norte se encontra mais pousadas e campings que estão em uma zona mais de festas e movimento.

Como chegar às praias:

De Guayaquil para Salinas até Puerto Lopez existem dois caminhos: saindo de Guayaquil, pode-se pegar um ônibus e ir direto para Puerto Lopéz e seguir em direção sul, ou ir até Santa Elena e pegar ônibus em direção ao norte, e ir parando nas praias que você escolher. Pessoalmente eu prefiro a segunda opção porque é menos tempo de viagem mesmo que tenha uma troca de ônibus no meio do caminho. A empresa Manglaralto faz toda essa rota das praias, e, de Salinas até Puerto Lopez, independentemente da opção que você escolhes, a viagem vai custar entre USD 8 e 9,00 e demorar entre 2h30min – 4h. Entre as praias o valor da passagem varia (mín. USD 0,50 até USD 4,00).

De Guayaquil para Canoa é melhor pegar um ônibus até Portoviejo ou Jipijapa (USD 8,00), e daí pegar um transporte que te leva até Canoa (USD 4,00). Ou então, se já estiver em Puerto López, pegue um ônibus até Jipijapa e depois Canoa.

 

Por Aline Gallo

Insta @aligallo7 para minhas andanças do momento pela América Latina (:

 

 

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Biodiversity: Surprisingly jungle side of Ayampe, Ecuador

Ayampe is a little beach town situated on the splendors coast from Ecuador, State of Manabi.  I found about this place accidentally, while I as passing through it by bus heading to Puerto Lopez from Salinas to watch the ending season of the Jorobadas Whales. It called so much my attention because of its rootness, dirt roads, with alternative looking travelers around and a mountain covered with vegetation on the right side. What a good vibe! I was convinced that I needed to go back there soon as possible. By this time, I was volunteering in Bosque Protector Cerro Blanco (BPCB), a natural reserve located at the neighbored State, Santa Elena, so probably it should not take long for me to go back there.

BPCB it is a beautiful green area, incredibly located in such a big city – Guayaquil, that is even bigger than the capital of the country, Quito. It is connected with the coast area of Manabi and Santa Elena by Cordillera Chongón Colonche, sharing a big dry forest that holds endemic species of animals and plants, especially one bird species that has been extinct mainly by the deforestation for agriculture and housing that ending up not leaving space for their nests – the Great Green Macaw, known as Papagayo de Guayaquill. It is very similar to the known Brazilians macaws, but with different colors in their faces and body. In order to recover this species, BPCB and others Ecuadorian Foundations are trying to recover them by reproducing and growing in captive, and, soon as they can, make it free after a Rehabilitation Program. Generally, the macaws are symbol of nature from my country, Brazil, and I really appreciate them. Besides the fact that they have for the whole life the same partner (“true love!”), they are so beautiful, their flight is so specially distinguish, giving me the sensation of eternal freedom.

So, by the time I was volunteering in the Reserve of Cerro Blanco, I used to take advantage I was living so close to the coast area, and, after the whole week of work, I would look for a different beach to refresh myself and enjoy the unique sunsets of Pacific Ocean. Until it finally got the time to visit Ayampe! What a happy day; there I was going to explore again, alone, new places! I have always been in love with this feeling.

Not making much further plans, when I got to Ayampe I found the Colombian hospitality of a woman that owned a Hostal there. When talking more with this Lady about the things I could do that day besides going the beach, she told me there were a hiking in the midst of the mountains, even though she was not so sure on how was the way inside. The path is called Caminho del Colibri (Humminbird´s trail), probably because the quantity of this birds we can see on the way, and on it you can feel the taste of being on the woods, totally forgotten of what is urbanization. Without doing any other research, I followed her instructions to get on the trail, and, later on, I was just following the few signs on the way.

It was a nice little road, covered by mud on some parts, and in a few kilometers after walking some while I have found the entrance of a project called Jocotoco, a cousin-project from BPCB that also works protecting local fauna and flora. It was kind of a surprise, because as far as I knew, this Project was located at the Capital, Quito. Anyway, there was anybody there to ask, it was just a sign. I kept on my way, and few kilometers ahead there was a river – the big Ayampe River, I found out later – where I took a wonderful and unexpected warm naked bath. I did not see anybody for a long time, so I was really feeling like ¨forever-alone-in-the-woods¨. I was glad for a moment, singing freely, thanking to Pachamama (our Mother Nature) for that big present of being there, surrounded by that pure nature and dense green forest in the mountains for everywhere my eyes could see. I was definitely ALONE, PEACEFULL and HAPPY for being there in that exactly moment in time.

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After some time, I kept going on the supposed path, crossing the River that occasionally crossed the visible way again and again. Since it was a bit late, I was careful about the time, not forgetting I had to come back ¨home¨, and despite of this plus the fact that I did not see any sign anymore for a long time, I decided to keep on walking to enjoy that pleasant ambient. That decision push me to the edge, because, when I realized, I was not sure anymore about the way to go back; then, I got my cellphone to take a look on the GPS to find out that the blue dot was settled just in the middle of some green area, very far from the Ocean and Ayampe town. I did not even know how I ended up so far away! In addition, I did not see anybody for at least the last 4 hours… Ok, I was starting to be a bit worried.

Before I was thanking to Pachamama to be by myself, but at that time, all I wanted was to find A HUMAN on my way. ANYONE that could tell me what was the way back. I was walking, trying to recognize the places I have passed on the trail – ¨they all look the same!¨ – remembering the tools I had on my backpack to spend the night over there, thinking that at least I had potable water from the river. “I will be all right” it was my mantra. On the lasts months that I had been volunteering in the Bolivian and Peruvian jungle, I have heard so many survival histories from people that got lost in the woods just like me, and I knew I could survive as well. Of course, the butterflies in my stomach were very noisy by this point of this adventure.

Then I heard something. I finally heard something that it was not birds! A humanity noise. ¨It might be a car, or a bike…¨, I was running towards that sound, shouting ¨hola… assistencia…¨ (words meaning help). Indeed, there were some people there; ¨Humans! Thanks GOD!¨, I thought. With just some time to get my breath back, we talked and they told me they were from Jocotoco Project, and that they were going to check the Macaws in the cage where they were rehabilitating it to be free very soon. Luckily, they invited me to go there with them. Wow! As I said before, I had heard about a very similar project from BPCB, and I was really sad I did not make on time to see those fascinating birds since they were released just few weeks before my arrival there. I did not know there was any other projects like that on that region, and, maybe by the power of destiny or my intuition, I ended up making an unplanned very pleasant connection in the middle of nowhere. That was so awesome! It happened the last thing i expected and I was so glad, again, for that : )

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At the end, everything was wonderfully fine: I have got to known the beautiful 14 macaws that were release just a week later – those people even gave me a feather from one of the birds! At night, finally, I could sit on the beach, and, feeling my legs palpitate from fatigue, enjoy the refreshing ocean breeze on my face.

 

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O que mais fazer na cidade de Cusco _ além do que está dito e repetido em todos os guias e reviews

O que fazer na cidade – centro histórico – de Cusco, além do que está dito e repetido em todos os guias e reviews por aí, junto com alguns dos passeios clássicos que realmente valem a pena serem feitos. Sem gastar muito e sendo muito feliz na viagem .) 

Atividades, etc e tal

Planetário (entrada em 50 soles [valor inteiro] e 30 soles [estudantes]): para mim foi uma das melhores experiências aqui na cidade. O Planetário tem uma clima totalmente familiar, e senti que tem um toque de amor no que fazem – e isso faz muita diferença! Eles fazem uma introdução, contando um pouco sobre o céu em geral e como os Inkas o observava. Para ter ideia, os inkas viam a Via Lactea ao contrário à nossa visão mais comum, notando o que estava de escuro nela e não as luzes das estrelas em si. Depois disso tem observação dos planetas na parte de fora do Planetário.

Coca Museum: este, na minha opiniao, é um dos museus de Cusco mais interessantes para um passeio. Aí você aprende tudo sobre a planta sagrada, mitos, história, usos, deuses, etc. E, é super barato para entrar. Ele nao está na rota clássica dos museus de Cusco.

Museu das Plantas Sagradas: este também é outro museu que não está tanto na rota clássica dos museus de Cusco. É uma sala/loja, que tem expostos diversas plantas da região, e aí você pode aprender mais sobre cada uma delas. Tem de tudo mesmo. Além disso, tem outras duas coisas bacanas aí: 1) todas as sextas, às 18h tem Cerimonia do Cacau (é cobrado um valor x); 2) tem almoço vegetariano por 10 soles [demorei para descobrir isso :P]

Museu do Cacao: o Museu do Cacau é um dos mais conhecidos aqui. E tem motivo. Ele é um museu em que nao te oferece apenas a história do Cacau no país, mas também te dá uma experiência em conhecer os tipos de produtos que eles tem, como são feitos, etc. Fazendo parte do mini tour, você experimenta quase tudo, incluindo os chocolates e licores que eles fazem. Também, por uns soles a mais, você pode participar de workshops, etc. e conhecer mais.

Museu do Café: este museu tem uma proposta bem parecida com a do Cacau, porém não te dá a chance de experimentar tudo o que falam (sem pagar, é claro!). Tem um mini tour basico que te situa na história do Café no mundo e também no Peru. Eaí vai falando das maquinas, da evolução das coisas no país em relação ao café, etc. Você tem a chance de pagar por um workshop (Taller de cultura cafeteira) e fazer parte do processo de produção de café, aprender mais sobre os tipos, e também, ao final, de escolher em qual processamento você quer tomar o seu café no final 🙂

Caminhar no bairro San Blass: tem mil e uma coisas nesse bairro. Lojas de artesanato, hippies com produtos alternativos, lugares de yoga, classes de espanhol, opções demasiadas de snacks, cafés, crepes, cenas, almuerzos, padarias, bares para a noite, etc. O Bairro é muito agradável e sempre me senti muito segura caminhando pelas ruas mais sozinhas dele. Ao lado tem a Igreja de San Cristobal, que tem uma vista liinda da cidade – é um ponto muito bom para ver a lua cheia nascer tb. Neste bairro tem um Mercado local, menor que o São Pedro – e muito mais tranquilo!, com boas opções de almoço e é um local onde pode-se comprar frutas, verduras e tomar sucos feitos na hora pelas senhoras.

Teatro Municipal + Casa de la Cultura Cusco: tem várias atrações gratuitas, mas tem que ir no local para ver a programação. Tambem tem opções pagas.

Mercado São Pedro: hm… difícil explicar, tem que ir e ver a loucura que é 😀 passeio clássico da cidade.

Mercado de San Blass: Leia em “caminhar no bairro San Blass” acima.

Dica mochileiros! Nos mercados tem Menu (almoço) por 5 soles! Vale muito a pena… tem opção vegetariana tambem para quem não come carne. Para quem ficar na dúvida pq é muito barato, coisa e tal, comi no Mercado de San Blass diversas vezes e nunca passei mal 😉

Free Walking Tour: todos os dias fazem passeios diferentes, explicando muito bem o que passa e o que passou na cidade de Cusco. Saem sempre da Plaza de Armas em 3 horários por dia (agora está em 10, 13h e 15:30, mas o ideal é quando chegar em Cusco, ir na Plaza de Armas e ver as horas em que estão saindo – sempre tem gente ali panfletando). E o melhor, é que você paga o quanto acha que deve pagar – ou seja, trabalham com contribuição espontânea -> só não esqueça que esse é o trabalho deles 😉

Fique ligado nas datas comemorativas do país. Em todo o Peru acontecem festivais e celebrações místicas/religiosas ao longo do ano que são muito válidas de serem vivenciadas.

Bares & Restaurantes especiais:

Cholos e Nueno Mundo: cerveja (chopp!) artesanal local : )

Km 0: bar classico em San Blass, com buena onda, comidinhas, drinks dose dupla, chopp, etc. É um dos únicos que fica aberto até um pouco mais tarde.

Mama Africa: além de uma baladinha, tem aulas de sala gratuitas no início da noite e duram mais ou menos 1 hora. O ideal é passar no local para ver a programação certinha.

Ukukus Bar: é um bar muito muito lindo, com uma vibe mais roots que os outros até. Aos domingos acontece show imperdível de uma banda local chamada Amaru Pumac Kuntur, com entrada grátis (https://www.facebook.com/Amaru-Pumac-Kuntur-230120687144429/?ref=br_rs). Vale muito a pena! Dica mochileiros 

Café Nomade: a revisar

Restaurante Green Point (tem 2 no centro): um paraíso pros vegetarianos – menu almoço com direito a buffet de salada livre, sopa, prato principal e sobremesa por 15 soles.

Crepetie (Crepes Al Passo): está na pontinha do centro histórico, na Calle Q’era 282. O senhorzinho faz uns crepes incríveis a um valor super honesto ( :

tudo o que escrevi neste post está livre de influências alheias/comerciais, sendo meramente minha opinião sobre as coisas em que vivi (e continuo vivendo) nesta linda cidade cusqueña. A medida que for descobrindo mais, vou atualizando este post. 

Se você viveu alguma situação/experiência que acha válido estar nessa lista, mande nos comentários para que outras pessoas também possam vivenciar o que é de bam nesse mundão afora (: \m/

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Some (main) ways to get to Machu Pichu from Cuzco

Machu Pichu from Cuzco

 

TO GO:

 

  • Cuzco _ Ollantaytambo _ Aguas Calientes (taxi/bus + train)_ MP (bus/walk)

Cuzco -> Ollantaytambo (Sacred Valley Station) = 70 soles by taxy or by public bus (very cheap)

Ollantaymtambo -> Aguas Calientes = train USD 66 – 97 (2 hours)

Trains: http://www.perurail.com/

Aguas Calientes -> Machu Pichu = 12 USD  to go – 24  USD round trip // walk for free 1h

 

  • Cuzco _ Santa Maria / Hidroeletrica _ Aguas Calientes

Cuzco -> Santa Maria = Bus (-7 hours) – 20 soles

Santa Maria -> Hidroeletrica = taxi compartido (shared taxi ~50soles total)

*Stop to go to Aguas termais of Santa Teresa (Santa Maria)! 😉

Hidroeletrica -> Aguas Calientes = walk 3 hours (free)

 

MP entrance: = 152 soles entrance (visits only from 6-12 or 12-17:30 – choose one)

To buy tickets to Machu Pichu: http://www.machupicchu.gob.pe/

 

TO COME BACK:

  • Aguas Calientes _ Ollantaytambo _ Cuzco (train + bus/taxi)

Aguas Calientes -> Ollantaytambo (Sacred Valley Station) = train USD 54 – 100  (2 hours)

Trains: http://www.perurail.com/

Ollantaytambo -> Cuzco = taxi (70 soles) or public bus (very cheap)

 

 

  • Aguas Calientes _ Hidroeletrica / Santa Maria _ Cuzco (walk +taxi + bus)

Aguas Calientes -> Hidroeletrica = walking 3 hours (free) + taxi (xxx)

Hidroeletrica -> Santa Maria =  taxi compartido (shared taxi ~50soles total)

*Stop to go to Aguas termais of Santa Teresa (Santa Maria)! 😉

Santa Maria -> Cuzco = Bus (-7 hours) – 20 soles

 

  • Aguas Calientes _ Cuzco (train to Poroy Station)

There are just few trains/not always open, and they are generally bit more expensive = train USD 96 – 111 (3:30 h)  + bus/taxi to Cuzco (20min). See more on this link.

 

 

Notice that getting the bus + walking the same path the train does it is much cheaper to  get in Aguas Calientes. It is a nice and soft 3 hour walk (at least for it was hehe).

There are still ways that you don’t spend almost nothing, for example, doing the Salkantay Trail instead getting the Inka Trail

To do the Inka Trail you gotta book almost one year before… and to do the Salkantay Trail it is free, and you don’t have to boom anything. Still, I recommend doing this trail with a agency/tourism guide, because they can take your stuff for you, and they have everything prepared. You just have to walk 😉 It was one of the most beautiful hikes I’ve done in my life. I super recommend!

The time I was there i met Ferdnand Soto, a very nice guide. He knows a lot, many sotires about the places, and can take you safely all the way there! Here it is his facebook: https://facebook.com/ferdinand.rs

(Soon i will post an especific post about this crazy trip ( : )

 

 

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Chris McCandless & Roy – Mudança no estilo de vida e um texto inspirador(zaço) para aventurar-se

 2 anos ele caminha pela Terra. Sem telefone, sem animais de estimação, sem cigarros. Verdadeira liberdade. Um extremista. Um entusiasmado viajante que a casa é a estrada. Fugiu de Atlanta. Agora, depois de insuportáveis anos, veio a final aventura. A última batalha para matar o falso ser e vitoriosamente achar o seu espírito privilegiado. 10 dias e noites pegando trens assustadores e carona trouxe ele para o norte. Não mais envenenado pela civilização, ele voa, e caminha pela terra para começar a ser perdido na natureza selvagem

 – Alexander Supertramp.

 

Essa é a história verídica de uma das pessoas que, mesmo sem conhecer, mais me influencia na vida. O nome dele: Christopher McCandless – apelido Alexander Supertramp. Aquele tipo de pessoa que, pela sua história, se torna um verdadeiro herói para você.

nattAmericano, de uma família rica, este jovem um dia “se revoltou” de vez com a sociedade e com a vida que levava, queimou todo o seu dinheiro e resolveu que iria dar um tempo de todo esse absurdo inconsciente que as pessoas em geral vivem, focando principalmente em passar um tempo no Alasca, longe de tudo e de todos, vivendo só, sem ser tocado pela sociedade. Ele acreditava que não precisava de dinheiro e nem de “coisas, coisas e coisas”.

Então, logo depois de formado – de cumprir o seu “dever” social – ele partiu. Primeiramente com seu carro, depois de carona, atravessando a fronteira do México de caiaque, conheceu e viveu com hippies. Foi para Salvation Mountains, lugares inexplorados… Trabalhou um tempo para conseguir dinheiro, viveu numa fazenda. E, um pouco antes de finalmente chegar ao Alasca, conheceu Roy.

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Imagem do filme “Natureza Selvagem”, baseado na historia de Chris McCandless

Roy adotou McCandles como um filho. Antes de conhecê-lo, ele havia “morrido” junto com a esposa e o filho. Mas, quando conheceu o jovem viajante, ele voltara a viver novamente ( :

 

Eis aqui uma carta que Chris deixa para Roy na sua partida para o Alasca – um dos textos mais fodásticos que já li na vida.

“Gostaria de repetir o conselho que lhe dei antes: acho que você deveria realmente promover uma mudança radical em seu estilo de vida e começar a fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante demais para tentar. Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso que parece dar paz de espírito, mas na verdade nada mais é mais maléfico para o espírito aventureiro do homem que um futuro seguro.

A coisa mais essencial no espírito vivo de um homem é a sua paixão pela aventura. O “aproveitamento” da vida vem de nossos encontros com novas experiências e, portanto, não há alegria maior que ter um inacabável e mutável horizonte para cada dia ter um novo e diferente sol. Se você quer mais de sua vida, Ron, deve abandonar a sua tendência à segurança monótona e adotar um outro estilo de vida que, de início, vai parecer maluco para você. Mas depois que se acostumar a tal vida verá seu sentido pleno e sua beleza incrível.

Temo que você seguirá essa mesma tendência no futuro e assim deixará de descobrir todas as coisas maravilhosas que Deus colocou ao nosso redor. Não se acomode nem fique sentado em um único lugar. Mova-se, seja nômade, faça de cada dia um novo horizonte. Você ainda vai viver muito tempo, Ron, e será uma vergonha se não aproveitar a oportunidade para revolucionar sua vida e entrar num reino inteiramente novo de experiências.

Você está errado se acha que a alegria emana somente ou principalmente das relações humanas. Deus colocou tudo isso a nossa volta. Está em tudo e qualquer coisa que possamos experimentar. Só temos que ter a coragem de dar as costas para nosso estilo de vida habitual e nos comprometer com um modo de viver não convencional.

O que quero dizer é que você não precisa de mim ou de qualquer outra pessoa em volta para pôr esse novo tipo de luz em sua vida. Ela está simplesmente esperando que você o pegue e tudo o que tem a fazer é estender os braços. A única pessoas com quem você esta lutando é você mesmo e sua teimosia em não entrar em novas situações.

Você verá coisas e conhecerá pessoas e há muito o que aprender com elas.

Espero que na próxima vez que o encontrar você seja um homem novo, com uma grande quatindade de novas aventuras e experiências na bagagem. Não hesite nem se permita dar desculpas. Simplesmente saia e faça isso. Simplesmente saia e faça isso. Você ficará muito, muito contente por ter feito.

Cuide-se, Ron!

Alex Supertramp”

 

Ron deixou sua casa e mudou-se para o acampamento onde McCandles ficava anteriormente. Depois começou a viajar, dar carona para “hitchikers”. Certo dia ele deu carona para um viajante e começou a contar sobre o menino que havia mudado a sua vida. O viajante perguntou: “O nome dele não era Alexander Supertramp?” Roy disse que sim, e então lhe foi dito “o seu garoto foi encontrado morto há alguns dias, dentro de um ônibus no Alasca”.

Na-Natureza-Selvagem

 

Palavras de Ron:

“Quando Alex foi para o Alasca eu rezei. Eu pedi para Deus para manter o dedo sobre o seu ombro. Eu falei para ele que Supertramp era especial. Mas ele deixou ele morrer. Então quando eu fiquei sabendo do que tinha  acontecido eu renunciei ao Senhor. Virei ateísta. Eu decidi que não poderia viver com um deus que deixou algo tão terrível acontecer com ele.”

 

Para quem quiser assistir o filme, ele está disponível no Netflix. Procure por “Natureza Selvagem” ou “Into the Wild” (nome original). Aqui tem a ficha técnica do filme. 

Existe o livro também, que contém bastantes textos que ele escreveu que não aparecem no filme e também mais infos da vida de Chris

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CouchSurf – Quase além das fronteiras do mundo

Você já parou para pensar como seria se você tivesse uma cama para dormir em qualquer lugar do mundo?! Desde cidades grandes, luxuosas e famosas até cidades minúsculas, perdidas no meio de florestas e solitárias.  Pois é. Parece uma grande mentira, mas isso existe; e é muito simples de fazer acontecer. O melhor de tudo: você não precisa pagar nada por isso!!! Você precisa apenas da cultura de seu povo, uma mente aberta ao novo. O nome disso é “CouchSurfing”.

Fazendo uma tradução bem ao pé da letra significa “surfando no sofá”. CouchSurfing é uma rede de relacionamentos mundial para conectar os viajantes e as comunidades que eles visitam. No entanto, é diferente dessas redes sociais que conhecemos. Ao invés de amigos, você procura por “sofás” para dormir. Claro, que depois que você “surfa” com alguém, você pode ficar amigo daquela pessoa e manter contato para novamente fazer uma visita ou recebê-la na sua casa no futuro. Anders Engvall, da Suécia, conta que de 10 pessoas que ele conheceu, manteve contato com 7. Para ele ,CouchSurfing está beseado em conhecer pessoas que você nunca imaginou que existissem, e curtir com elas, criando um relacionamento de amizade para a vida. “Uma amizade verdadeira.”

Mantendo sua rede de contatos, você pode pedir dicas sobre os mais variados lugares, tendo informações ‘quentes’ diretamente de quem conhece o assunto: de quem vive no lugar. Descobre promoções, os lugares mais legais e baratos para comer e as noites mais legais para festiar. E na cultura mochileira, todos sabemos que não há nada como informações vindas diretamente dos ‘nativos’ da região. André Mello confirma: “Não consigo conceber outra maneira de chegar em uma cidade de 7 milhões de habitantes em um pais de outro continente, sem nenhum contato e ser bem recebido por pessoas muito pilhadas e… animadas!”.

O site também proporciona encontros (os famosos “meetings” semanais) onde todos os CocuhSurfers da área, visitantes e moradores, podem se encontrar, trocar idéias, dividir experiências, conhecer uns aos outros e se divertir juntos! Marília Cabral, de Porto Seguro, diz que o CouchSurf a ajudou a fazer novos amigos e conhecer novas culturas em San Francisco. O que ela achou mais legal sobre essa comunidade é que parece que todo mundo está ligado numa mesma sintonia: “Só encontrei pessoas abertas, solidárias, com vontade de fazer um mundo mais harmonioso”. Portanto, não exite pensar em ir viajar sozinho. Se você não tiver um amigo e não conhecer ninguém, não há problema algum porque com certeza alguém irá lhe “adotar” e fará você se sentir à vontade, mesmo que não falem a mesma língua e nunca se tenham visto.

Todos os participantes têm uma mente aberta, uma grande vontade de conhecer diferentes pessoas, culturas e línguas. O CouchSurfing começou nos EUA, nas redondezas de San Francisco, em 1999. Atualmente existem 2.186.562 participantes, 5.738.896 experiências bem-sucedidas, 237 países e 77.996 cidades representadas: é a maior rede de hospitalidade do mundo.

E quem achar que isso é uma experiência arriscada, está enganado. O CouchSurf tem um alto percentual de sucesso, que é incrivelmente 99,792% positivos. Ou seja, de mais de cinco milhões experiências, apenas 0,208% foram negativadas. Luciane Trentin, de Caxias do Sul, diz que todas as experiências dela foram ótimas e com certeza recomendaria a para todos: ”É muito bacana saber que tem gente tão massa por aí disponibilzando o tempo pra gente que nem conhecem!”.

Na região dos Estados Unidos, Canadá, Europa e Ásia a comunidade do CocuhSurf é muito forte. As pessoas viajam muito usando esta rede. Os viajantes ficam na média de 3 a 4 dias em cada “couch” e tem a chance de conhecer muitos lugares sem gastar muito. Algumas vezes, os hospedeiros agem como nossos amigos de infância. Nos dão ‘casa, comida e roupa lavada’. “Alguns CouchSurfers até confiam as chaves das casas”, diz Luciane Trentin. Outros oferecem drinks de boas vindas, porque sabem da necessidades dos mochileiros.

Aqui no Brasil a cultura do CocuhSurf infelizmente ainda não é muito conhecida e muitas pessoas ainda desconfiam dela. A maioria das pessoas que sabem disso, é porque já foram para fora do país e trouxeram consigo esta ideia. No entanto, pode-se notar que mesmo devagar, o CouchSurf Brasil está crescendo aos poucos. Em Porto Alegre, a comunidade é bem forte. Há encontros semanais, festas organizadas aleatoriamente e até mesmo grandes encontros de diferentes regiões. Para mais informações, inscrição ou visita à rede acesse o site www.couchsurfing.org

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Christopher McCandless- INTO THE WILD

INTO THE WILD

Christopher McCandless – Alexander Supertramp
Christopher McCandless is an inspiration for me. And I bet there are people all around the world who is inspired by his actions and his history.
He died in 1992. In 2010 he still a martyr; and he will be forever for those people who see freedom as an ideal.
I wonder, who would have the courage he had?
Who would leave EVERYTHING behind to persue a dream like the one that he had? “No phone, no pool, no pets, no cigarettes. Ultimate freedom. An extremist”.
Persuing the libertation of society, aiming physicall and spirituall freedom, living in the middle of nature – “Into the Wild”.
No longer poisoned by civilization, he walked ALONE in The wild to become FREE.  However, I think he was already free when he first left home and deciced to go to the road.
There is so much to say and think about him. I would never finish writing here…
To end with this post, I would like to quote one thing that means a lot to me:
“The sea’s only gifts are harsh blows, and occasionally the chance to feel strong. Now I don’t know much about the sea, but I do know that that’s the way it is here. And I also know how important it is in life not necessarily to be strong but to feel strong. To measure yourself at least once. To find yourself at least once in the most ancient of human conditions. Facing the blind death stone alone, with nothing to help you but your hands and your own head.”

YOUR HANDS AND YOUR OWN HEAD…

A.Gallo
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Sunset of ‘RIO GUAIBA’ (Guaiba River) – Porto Alegre / RS / Brazil

Porto Alegre is my city. And nothing else should I write about  in my very first post.

Believe, I have been in some sunsets but any of them can be compared to this one. This one is AMAZING.

The sky colors, the nature around it . . . It’s just so hard to describe in adequate words.

Maybe this pic is not the best one of it, but it was taken by me (or my friends) while watching the turn of the sunny day into the night. In short, this pic remembers me a good time in Brazil.

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This blog  first is a project for my Communication Class. However, I hope I can keep updating it not just now…

This blog is for everybody to share with other people travel experiences, pictures and everything related to this topic.

For now, I will be posting pics of places that my friends and I have been and think its worthy to share. Maybe one day, when you need ideas of  travel destinations, you can find here. And if you are not exactly looking for this, you can just have a little more culture.

If you have pics or just know the name of the place with not too much information about it you can send me and email with ideas to public and I will try to complete.  It will be VERY WELCOME 🙂

Send to linigallo7@gmail.com

Aline Gallo

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